Mostrar mensagens com a etiqueta biodiversidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta biodiversidade. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

LAGOSTA-BOXEADORA

Odontodactylus scyllarus, nome científico da Lagosta-boxeadora, é um crustáceo pertencente à família Stomatopoda – lagostas com apêndices em forma de lâmina ou bola, em vez de pinças.

Este crustáceo, ao ser tão colorido, parece bastante amigável, mas a verdade é que é um dos animais mais violentos do mundo. A Lagosta-boxeadora esmurra as suas presas a uma velocidade superior a 80km/h! Razão pela qual pode não ser boa ideia mantê-la num aquário.

Além disso, os olhos deste crustáceo também contribuem não só para a sua designação de animal estranho, como para a designação de animal engraçado: observam a luz polarizada circularmente, o que tem levado a especular se poderiam ler CDs.


 

TOUPEIRA-NARIZ-DE-ESTRELA


 A Toupeira-nariz-de-estrela (Condylura cristata), do norte da América, é um dos animais mais estranhos do planeta, não só pelo seu aspeto pouco usual, mas também porque é o comedor mais rápido do mundo. Este pequeno mamífero carnívoro, quase cego, come um inseto num quarto de segundo! Os focinhos destes animais estranhos têm 22 apêndices que lhes rodeiam as narinas e servem como recetores sensoriais.Assim, equipado deste poderoso órgão táctil, a Toupeira-nariz-de-estrela pode movimentar-se sem problemas, detetar comida e ainda ondas sísmicas. Mas as suas capacidades não ficam por aqui: a Toupeira-nariz-de-estrela consegue cheirar debaixo de água, atirando bolhas de ar e voltando a inalá-las.

POLVO-DUMBO, O POLVO “VOADOR”

Polvo-dumbo é o nome comum do género Grimpoteuthis, sob o qual existem 13 espécies. Estas espécies são chamadas de Polvos-dumbo por causa das barbatanas membranares que fazem lembrar umas grandes orelhas, como as da personagem Dumbo, “o elefante voador”, da Disney.Os Polvos-dumbo possuem 8 tentáculos, e conseguem viver a profundidades extremas. Estes animais estranhos dos mares são também bastante raros, com algumas das espécies tendo sido avistadas apenas uma vez. Felizmente, os Dumbos não se encontram em situação de ameaça, nem se pensa que sejam perigosos para humanos; alimentam-se de vermes, bivalves e crustáceos. De entre o pouco que se sabe sobre eles, podemos dizer que são animais estranhos



PEIXE-BOLHA

O peixe-bolha, ou Psychrolutes marcidus, é uma espécie que habita as águas profundas da costa da Austrália e Tasmânia, raramente avistada por humanos.Este peixe com ar carrancudo, foi considerado o animal mais feio do mundo, e adotado como mascote da Ugly Animal Preservation Society (algo como Sociedade para a Preservação de Animais Feios).O peixe-bolha, que não possui nenhum osso ou músculo no corpo, é uma massa gelatinosa com densidade um pouco inferior à da água, pelo que flutua facilmente e nada sem dificuldade.Em defesa do peixe-bolha, podemos dizer que o seu aspeto fora de água é muito diferente do aspeto dentro de águas profundas. A pressão que se faz sentir no habitat do peixe-bolha confere-lhe uma aparência de peixe mais “tradicional”. Estes animais estranhos não têm qualquer valor comercial. No entanto, correm risco de extinção devido à pesca de arrasto, ficando presos nas redes e não conseguindo fugir, pela falta de musculatura. 



O diabo espinhoso

 
 O diabo espinhoso (Moloch horridus) é a unica espécie do género Moloch. É um pequeno réptil existente na Austrália cuja dieta consiste somente em formigas. Apesar do seu nome, o diabo espinhoso não ultrapassa os 20 cm de comprimento. As fêmeas são maiores que os machos. A sua coloração, que eles próprios controlam, tal como o camaleão, varia entre o amarelo e o castanho-escuro, conforme o tipo de solo e serve-lhe de camuflagem. Possui uma "falsa cabeça" atrás da verdadeira que utiliza para confundir os predadores. Possui espinhos cónicos por todo o corpo excepto na barriga onde são substituidos por protuberâncias. O diabo espinhoso só tem formigas como único alimento, especialmente as do género Iridomyrmex. Só come uma formiga de cada vez, que captura com a sua língua pegajosa, mas pode comê-las a um ritmo de 45 por minuto. Podem comer entre 600 a 3000 só numa refeição e mais de 10 000 por dia. Para beber o diabo espinhoso condensa o humidade existente na noite fria nas escamas e canaliza-a até à boca através de sulcos hidroscópicos existentes por entre os espinhos. O mesmo acontece em dias de chuva ou se ele encontrar uma poça.

Baleia- piloto (peixe-boi)

As duas espécies de baleia-piloto (ou peixe-boi) são diferenciadas pelas dimensões do crânio e pelo comprimento das barbatanas peitorais, sendo estas mais longas em G. melas. É por isso bastante difícil distinguir entre as duas espécies durante as observações no mar. São espécies gregárias e nómadas e seguem populações de lulas, que constituem a maior parte da sua alimentação. Estão entre as espécies para as quais ocorrem arrojamentos em massa com elevada frequência.

Estas espécies são observadas com mais frequência nas águas da Madeira e dos Açores, sendo também regulares em águas profundas do continente.

As baleias-piloto não formam populações residentes com frequência, embora exista uma população de cerca de 140 indivíduos associada à Madeira. 

sábado, 11 de dezembro de 2021

Grampo (ou moleiro)

É uma espécie maioritariamente oceânica, que se alimenta exclusivamente de lulas durante a noite. É característico da espécie adquirir uma coloração esbranquiçada, devido à acumulação de cicatrizes resultantes de interações sociais. Tende a formar grupos sociais de pequenas dimensões.


O grampo é observado mais frequentemente nas águas dos Açores, principalmente no grupo Central. É também observado na Madeira e, ocasionalmente, na costa continental, onde tende a evitar embarcações.


segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Caldeirão (Steno bredanensis)

O caldeirão é uma espécie maioritariamente oceânica, para a qual existem muito poucos registos. A sua dieta é composta por peixe e cefalópodes, desconhecendo-se, no entanto, mais detalhes acerca das suas presas.

Esta espécie é observada com mais frequência em águas tropicais e subtropicais. Na Europa é observada principalmente no Mediterrâneo, com alguns registos ocasionais nas restantes águas até ao mar do Norte. O caldeirão é observado mais frequentemente nas águas da Madeira, havendo registros esporádicos nos Açores. No continente, apesar de haver registros de arrojamentos, nunca foi observado nas amostragens disponíveis para este atlas. Não são conhecidas populações residentes e, como tal, é considerado um visitante ocasional em águas nacionais.


sábado, 11 de setembro de 2021

Sequoia -gigante (Sequiadendron Gigantea)

 

A sequoia gigante é considerada a maior árvore do mundo. Conforme os registos, a Sequoia Gigante é uma arvore que não cessa o seu crescimento, e algumas das arvores encontradas possuem mais de quatro mil anos. Conforme os registos existentes, já foram encontradas espécies de Sequoia Gigante com 715 metros de altura e 08 metro de diâmetro. A Sequoia Gigante é uma planta que se adapta com facilidade aos climas tropical e temperado e gostam de solos frescos e que sejam bem drenados. A Sequoia Gigante é uma arvore resinosa, que possui um tronco que apresenta uma casca fibrosa, e possui sulcos. A casca da Sequoia Gigante é tão grossa que chega a possuir 60 centímetros de grossura na base do tronco da planta.




Urso-panda (Ailuropoda melanoleuca)

 Os ursos pandas, também chamados de pandas gigantes, são animais mamíferos, ou seja, apresentam pêlos em seu corpo e são capazes de produzir leite para alimentar seus filhotes no início do desenvolvimento. Sua típica pelagem possui um padrão de cor preto e branco, sendo esses animais brancos, com membros, ombros, orelhas e região ao redor dos olhos pretos. Os pandas são animais solitários e marcam seus territórios pela urina e arranhando árvores, sendo assim, seu encontro com outros animais da espécie ocorre mais na época reprodutiva. Diferentemente de outras espécies de ursos, eles não hibernam, pois seu principal alimento continua disponível mesmo com as mudanças de estações, e, quando o tempo torna-se mais frio, eles se deslocam para regiões com climas mais amenos. Na natureza, esses animais vivem de 15 a 20 anos, e, em cativeiro, podem chegar aos 35 anos de idade. O urso panda pertence à ordem Carnívora, no entanto, a maior parte de sua alimentação é de origem vegetal. Assim, seu organismo não permite uma digestão eficiente de seu principal alimento, o bambu, que é pobre em nutrientes e rico em fibras. Diante disso, o urso panda precisa consumir grandes quantidades dele, entre 12 kg e 38 kg por dia. Além disso, ele seleciona as partes mais nutritivas dessa planta, de acordo com as diferentes estações


A borboleta-monarca (Danaus plexippus)

A borboleta-monarca (Danaus plexippus) é uma borboleta da família dos ninfalídeos, da subfamília dos danaídeos. Têm cerca de setenta milímetros de envergadura, asas laranjas com listras pretas e marcas brancas.As suas populações são naturais da América do Norte e são conhecidas por realizarem a mais longa migração realizada por um invertebrado numa única geração, a quarta geração



 Borboletário Tropical (Constância)

Tartaruga-marinha-australiana (Natator depressus)

A tartaruga-marinha-australiana é uma espécie de tartaruga marinha, endémica da plataforma continental da Austrália. Podem alcançar 1 m de comprimento. A carapaça do adulto tem em média 90 cm de comprimento. Alimentam-se de algas, invertebrados marinhos e de peixes. A reprodução desta espécie, assim como todas as outras, é sexuada, pois há troca de gametas.

clica na imagem

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Lírio-do-gerês (Iris boissieri)

 Clica na imagem

O lírio-do-Gerês é uma espécie endémica e a jóia do único parque nacional português – o Parque Nacional da Peneda-Gerês. As folhas inferiores deste lírio são mais largas. No Verão, o caule vertical termina numa maravilhosa flor de corola azul-violeta. A sépala central apresenta uma franja amarela, que a distingue de outros lírios portugueses. As sementes variam em função do ano, se chove muito ou pouco. Possui uma beleza ímpar que é também o motivo do seu estado de vulnerabilidade e declínio. As suas cores vivas que contrastam com a aridez dos montes envolventes tornam-ma um alvo apetecível para colecionadores, que os colhem de um modo desregrado, tanto para colecionar como para trocar e vender. Devido ao seu estado de especial vulnerabilidade, em Espanha, está-se a trabalhar na hipótese técnica de os clonar ou propagar in vitro. É uma planta herbácea monoica e bolbosa, que pertence à família Iridácea e pode medir entre 12 e 50 cm de altura. É uma das mais raras e belas plantas endémicas da Península Ibérica. Um verdadeiro símbolo da conservação da natureza. A sua distribuição ocorre apenas no noroeste peninsular, sobretudo no PNPG, Serras do Gerês e da Peneda, com povoamentos de baixa densidade observando-se também alguns exemplares isolados na Galiza. Prefere solos ácidos, entre os 600 e os 1300 metros de altitude, localizando-se nas clareiras de matos secos, sobretudo nas escarpas e fendas das rochas graníticas, em solos simples, mas muito vulneráveis. É uma espécie protegida por legislação europeia.


Teixo ([Taxus baccata)

O Teixo é um arbusto ou árvore de pequeno-médio porte que cresce entre os 10 e os 20 metros de altura e cuja copa é cónica, larga e de folha persistente. É dioica pelo que flores macho e fêmea surgem em plantas diferentes. Tem um falso fruto – é uma semente envolvida por uma grainha vermelha. Todas as partes desta planta são tóxicas, com exceção da sua grainha vermelha. O mais velho conhecido em Portugal tem cerca de 700 anos!

Miosotis-das praias (Omphalodes kuzinskyanae)

Miosótis-das-praias é uma espécie botânica da família Boraginaceae, típica de arribas costeiras, endémica de Portugal cuja população está restrita às regiões costeiras do Parque Natural de Sintra-Cascais mais especificamente entre São Pedro do Estoril até às proximidades da Ericeira.

Sendo uma planta anual de pequenas dimensões, germina de novembro a meados de fevereiro, a sua floração ocorre geralmente de março e possui flores branco-azuladas. Omphalodes kuzinskyanae é uma espécie inofensiva e herbácea (raramente alcança mais de de um palmo de altura). O seu período de vida é relativamente curto, terminando em junho.




Víbora-de-Seoane (Vipera seoanei)

A Víbora-de-seone é uma pequena víbora de cabeça triangular, corpo robusto e cauda curta. Apresenta coloração geral cinzenta ou acastanhada com manchas escuras em forma de ziguezague no dorso e em forma de V na cabeça. Tem ventre negro ou acinzentado e ponta da cauda amarelada. Pode atingir 50 cm de comprimento

Clica na imagem

Clica na imagem


Foca-monge (Monachus monachus)

A foca-monge-do-mediterrâneo (Monachus monachus) é provavelmente o membro da família das focas mais ameaçado de extinção. Outrora espalhada pelo Mediterrâneo e águas adjacentes, hoje estima-se que haja somente em torno de 400 indivíduos restantes desse mamífero marinho, o que faz da espécie Monachus bonachos a foca mais rara do mundo.

Clica na imagem