BIO@SCIENCE
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Nascimento de linces - Centro de Recuperação em Cativeiro do Lince-Ibérico, em Silves
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Aranhas,
sapos, escaravelhos e outros rastejantes não são conhecidos pela sua beleza.
Mas o fotógrafo Igor Siwanowicz, um apaixonado por estes animais, está a tentar
mudar a maneira como o mundo olha para eles.
De câmara em punho, e com uma grande dose de paciência – Siwanowicz confessa que não são os melhores modelos fotográficos – captou algumas das melhores fotografias que se conhecem destes pequenos animais.
“Encorajo as pessoas a honrar todas as formas de vida e encarar olhos nos olhos as coisas que à partida consideram repugnantes e assustadoras. E, desse modo, descobrir a beleza que há nelas”, afirma o fotógrafo.
O trabalho é moroso já que em cada 200 fotografias, apenas uma é aproveitada.
“Trabalhar com criaturas pouco cooperantes é um grande desafio. Eles não posam para nós, só fazem o que lhes apetece”, conta Siwanowicz que percorreu países como Indonésia e África do Sul em busca das melhores fotografias.
De câmara em punho, e com uma grande dose de paciência – Siwanowicz confessa que não são os melhores modelos fotográficos – captou algumas das melhores fotografias que se conhecem destes pequenos animais.
“Encorajo as pessoas a honrar todas as formas de vida e encarar olhos nos olhos as coisas que à partida consideram repugnantes e assustadoras. E, desse modo, descobrir a beleza que há nelas”, afirma o fotógrafo.
O trabalho é moroso já que em cada 200 fotografias, apenas uma é aproveitada.
“Trabalhar com criaturas pouco cooperantes é um grande desafio. Eles não posam para nós, só fazem o que lhes apetece”, conta Siwanowicz que percorreu países como Indonésia e África do Sul em busca das melhores fotografias.
O avião solar que percorreu 6 mil quilómetros
Nunca nenhum avião a energia solar tinha conseguido
percorrer tamanha distância numa viagem intercontinental sem recorrer a
combustível. O recorde foi batido ontem, dia 24 de Julho, às 20h30, depois de
uma viagem de 6 mil quilómetros.
Foi a essa hora que o “solar impulse HB SIA”, que se move com o recurso a energia produzida por 11628 painéis fotovoltaicos colocados sobre as asas de fibra de carbono, aterrou em Rabat, Marrocos.
Já a 6 de Junho tinha-se tornado no primeiro aparelho a energia solar a completar uma viagem intercontinental. O avião percorre 800 quilómetros por jornada a uma velocidade de 70 km/hora.
Um projecto futuro é dar a volta ao mundo sem necessitar de aterrar para abastecer.
Foi a essa hora que o “solar impulse HB SIA”, que se move com o recurso a energia produzida por 11628 painéis fotovoltaicos colocados sobre as asas de fibra de carbono, aterrou em Rabat, Marrocos.
Já a 6 de Junho tinha-se tornado no primeiro aparelho a energia solar a completar uma viagem intercontinental. O avião percorre 800 quilómetros por jornada a uma velocidade de 70 km/hora.
Um projecto futuro é dar a volta ao mundo sem necessitar de aterrar para abastecer.
Experiência Pode acreditar: isto é como a água reage ao som
O processo é mais simples do que a beleza das imagens faz prever. Amraj Lalli viu na internet muitas fotos e vídeos de brincadeiras com água e quis fazer o mesmo. No vídeo experimental que publicou na plataforma Vimeo, vê-se como um pouco de água (que tratou com pigmentos de cor), reage em cima de uma plataforma de borracha à música “Doppelganger”, dos Jaga Jazzist.
“O som cria ondas na água que formam incríveis padrões e texturas”, escreveu Amraj Lalli para explicar o resultado desta sua experiência.
Medusa feita em laboratório já sabe nadar
Os bioengenheiros da Universidade de Harvard fizeram uma medusa artificial usando silicone e células do músculo do coração de um rato. A criatura parece uma flor com oito pétalas e, quando colocada num campo eléctrico, nada exactamente como um animal verdadeiro.
O projecto, liderado pelo biofísico Kit Parker, pretende criar modelos artificiais de tecidos do coração humano para regenerar órgãos e testar drogas. A ideia de construir uma medusa, para analisar as bombas musculares, surgiu-lhe em 2007, quando estava a visitar um aquário em Boston.
Primeiro mapearam as células do corpo de medusas-da-lua para saber como é que elas nadam. Para reproduzir o formato do animal, cultivaram uma camada de músculo de coração de rato sobre uma folha de silicone. Quando um campo eléctrico passa pela estrutura, o músculo contrai rapidamente. Depois, o silicone, devido à sua elasticidade, regressa à forma plana. Até ser novamente atingido por uma descarga eléctrica. Dentro de água, esse movimento imita perfeitamente o impulso das medusas.
A equipa agora pretende construir uma medusa artificial com células de um coração humano. Serviria para experimentar novos medicamentos. "Deixem-me colocá-los na minha medusa e eu digo-lhes se aumentam o bombeamento do coração", diz Kit Parker.
Agora estão a pensar construir outros animais marinhos artificiais. Já foi encomendado um polvo.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Grou-comum
Os grous são aves de grande porte, geralmente com plumagem em tons de cinzento, branco e castanho. As penas secudárias das asas são muito longas e viradas para baixo, uma característica do grupo. Algumas espécies apresentam plumas ornamentais na região da cabeça. O bico é comprido e direito, o pescoço é longo bem como as patas. Os quatro dedos são curtos, estando o quarto elevado em relação aos outros.Os grous são aves gregárias, que comunicam entre si através de vocalizações ruidosas (para ouvir)
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Canhão Submarino da Nazaré
O Canhão ou Cana da Nazaré é conhecido como o maior da Europa e um dos maiores do Mundo (com a cabeceira situada a curta distância da linha de costa, o Canhão da Nazaré estende-se ao longo de mais de 200 km na direcção do oceano profundo) e só recentemente começou a ser estudado de forma multidisciplinar, pelo projeto Hermes (programa que reúne equipas
de diversos organismos de investigação cientifica de toda a Europa), financiado pela UE. O projeto prevê o levantamento minucioso do fundo do mar, com identificação de correntes, sedimentos e biodiversidade para tentar ajudar a perceber um dos mistérios do mar português.
O vale submarino começa a definir-se a cerca de 500 metros da costa, ao largo da Praia da Nazaré, próximo do promontório do Sítio, recortando a plataforma continental com uma direcção de EW. Prolonga-se por mais de 170km de comprimento e atinge uma profundidade superior a 5000 metros na planície abissal onde desemboca. Mas a sua origem é uma incógnita, porque, normalmente, estas estruturas estão associadas a grandes rios, servindo de vazadouros dos seus sedimentos, o que não acontece, de forma imediata e aparente, no caso da Nazaré. Há estudos que indicam a existência, noutras eras geológicas, de um rio aqui, possivelmente o Mondego que, por movimentos tetónicos, poderá ter sido desviado para norte.
Este autêntico «desfiladeiro» submarino influencia, de uma forma significativa, a plataforma continental e a região costeira, bem como, as espécies e os ecossistemas específicos do próprio canhão e o transporte de sedimentos das zonas costeiras para o largo. O canhão funciona como um gigantesco aspirador de areia, que engole o areal da costa portuguesa, principalmente os sedimentos provenientes da costa a norte da Nazaré. Tal facto explica o défice de sedimentos a sul do canhão e o elevado areal das praias a norte deste fenómeno geológico.
O Canhão da Nazaré é palco de processos dinâmicos e sedimentares extremamente energéticos e ainda pouco conhecidos, e pode constituir um local de refúgio que potencie o estabelecimento de ecossistemas marinhos profundos específicos, que importa conhecer.
de diversos organismos de investigação cientifica de toda a Europa), financiado pela UE. O projeto prevê o levantamento minucioso do fundo do mar, com identificação de correntes, sedimentos e biodiversidade para tentar ajudar a perceber um dos mistérios do mar português.O vale submarino começa a definir-se a cerca de 500 metros da costa, ao largo da Praia da Nazaré, próximo do promontório do Sítio, recortando a plataforma continental com uma direcção de EW. Prolonga-se por mais de 170km de comprimento e atinge uma profundidade superior a 5000 metros na planície abissal onde desemboca. Mas a sua origem é uma incógnita, porque, normalmente, estas estruturas estão associadas a grandes rios, servindo de vazadouros dos seus sedimentos, o que não acontece, de forma imediata e aparente, no caso da Nazaré. Há estudos que indicam a existência, noutras eras geológicas, de um rio aqui, possivelmente o Mondego que, por movimentos tetónicos, poderá ter sido desviado para norte.
Este autêntico «desfiladeiro» submarino influencia, de uma forma significativa, a plataforma continental e a região costeira, bem como, as espécies e os ecossistemas específicos do próprio canhão e o transporte de sedimentos das zonas costeiras para o largo. O canhão funciona como um gigantesco aspirador de areia, que engole o areal da costa portuguesa, principalmente os sedimentos provenientes da costa a norte da Nazaré. Tal facto explica o défice de sedimentos a sul do canhão e o elevado areal das praias a norte deste fenómeno geológico.
O Canhão da Nazaré é palco de processos dinâmicos e sedimentares extremamente energéticos e ainda pouco conhecidos, e pode constituir um local de refúgio que potencie o estabelecimento de ecossistemas marinhos profundos específicos, que importa conhecer.
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Animação de Descida do Canhão da Nazaré