quinta-feira, 30 de abril de 2009

O bébé mamute de 37 000 anos

Um filhote de mamute conservado por 37.000 anos no gelo da Rússia Ártica pode abrir um novo capítulo no estudo de animais pré-históricos. Segundo os cientistas locais, o corpo do mamute bebê foi tão preservado pelas baixas temperaturas que será possível estudá-lo e entender o organismo do mamífero, extinto há cerca de 5.000 anos.
Os mamutes desapareceram de quase todo o planeta no fim da Era do Gelo, há 10 mil anos. Alguns cientistas atribuem esse desaparecimento ao fim do habitat deles, a grande estepe gelada que cobria quase toda a Eurásia na Era Glacial. Outros, porém, consideram que ele foi extinto por caçadores humanos. Uma população "nanica" dos mamutes-lanosos resistiu na ilha de Wrangel, no Ártico siberiano, até por volta do ano 1700 a.C. clique aqui

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Oceano de plástico

Um Oceano de plástico
São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fracção vem de terra firme.

No oceano Pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Hawai e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.

( Clique na imagem)

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico.

Tartaruga deformada por aro plástico

Segundo PNUMA, o programa das Nações Unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico


Esta sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.